sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Sobem para 509 feridos após pó colorido incendiar num show em Taiwan
Testemunhas
relataram "cenas de inferno" com pessoas em chamas correndo
aterrorizadas | Foto: AFP/CP
Pelo
menos 509 jovens ficaram feridos no sábado, 190 deles gravemente, em um parque
aquático em Taiwan. As vítimas estavam sob uma chuva de pó colorido que acabou
se incendiando e gerou um "inferno de fogo", segundo testemunhas. A
explosão aconteceu quando milhares de pessoas, a maioria jovens estudantes,
assistiam a um show no parque aquático Formosa Fun Coast, nos arredores da
capital Taipei.
Um vídeo do jornal Apple Daily mostra a multidão dançando ao som da música coberta por uma nuvem de pó colorido que logo se transformou numa bola de fogo, fazendo com que várias pessoas ficassem cobertas pelas chamas. As vítimas aterrorizadas fugiram em todas as direções. Muitos estavam vestidos apenas com trajes de banho ou roupas leves, o que agravou as queimaduras.
"Havia sangue por toda parte, até mesmo na piscina, onde muitos dos feridos se jogaram para aliviar a dor", de acordo com o testemunho de um jovem. "Vi muitas pessoas perderem a pele", contou a namorada do rapaz, ainda abalada.
O balanço contabiliza as pessoas que foram ao hospital por conta própria ou que foram transferidas por outros visitantes do parque. O parque aquático emitiu neste domingo um comunicado em que expressa sua "profunda tristeza" pelo ocorrido e sua disposição a cooperar com a investigação. A diretora do parque, Chen Hui-ying, disse que "nunca imaginou que a pulverização corante pudesse ser perigosa".
"Achamos que o incêndio foi causado pela pulverização do pó, que pode ter queimado a partir do calor das luzes do palco", disse um porta-voz do corpo de bombeiros em Taipei. A polícia prendeu o organizador do evento, Lu Chung-chi e outros quatro funcionários. "Eles serão investigados por crimes contra a segurança pública e por violação negligente de uma obrigação que causou ferimentos graves", explicou o porta-voz da polícia Yen Po-ren.
Um vídeo do jornal Apple Daily mostra a multidão dançando ao som da música coberta por uma nuvem de pó colorido que logo se transformou numa bola de fogo, fazendo com que várias pessoas ficassem cobertas pelas chamas. As vítimas aterrorizadas fugiram em todas as direções. Muitos estavam vestidos apenas com trajes de banho ou roupas leves, o que agravou as queimaduras.
"Havia sangue por toda parte, até mesmo na piscina, onde muitos dos feridos se jogaram para aliviar a dor", de acordo com o testemunho de um jovem. "Vi muitas pessoas perderem a pele", contou a namorada do rapaz, ainda abalada.
O balanço contabiliza as pessoas que foram ao hospital por conta própria ou que foram transferidas por outros visitantes do parque. O parque aquático emitiu neste domingo um comunicado em que expressa sua "profunda tristeza" pelo ocorrido e sua disposição a cooperar com a investigação. A diretora do parque, Chen Hui-ying, disse que "nunca imaginou que a pulverização corante pudesse ser perigosa".
"Achamos que o incêndio foi causado pela pulverização do pó, que pode ter queimado a partir do calor das luzes do palco", disse um porta-voz do corpo de bombeiros em Taipei. A polícia prendeu o organizador do evento, Lu Chung-chi e outros quatro funcionários. "Eles serão investigados por crimes contra a segurança pública e por violação negligente de uma obrigação que causou ferimentos graves", explicou o porta-voz da polícia Yen Po-ren.
Fonte
CORRREIO DO POVO http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/560259/Sobem-para-509-feridos-apos-po-colorido-incendiar-num-show-em-Taiwan
domingo, 21 de junho de 2015
Dono de bingo tenta regularizar PPCI se passando por comércio
Estabelecimento
está interditado pelos Bombeiros e segue funcionando por Eduardo Matos Clic RBS
Se não
bastasse a atividade ilegal, o responsável por um bingo na zona sul de Porto
Alegre tenta regularizar o local se passando por um comércio. Conforme consta
na Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) que tramita desde o ano 2000 no
nos Bombeiros, o estabelecimento, que fica na Avenida Nonoai, nº 315, foi
interditado em 3 de janeiro deste ano justamente por não possuir condições
mínimas de segurança em caso de incêndio. Também por estar em desacordo
com o PPCI, já que operava como bingo e teria que estar funcionando como
comércio.
O tipo
de comércio não está especificado, segundo os bombeiros. Ou seja, para os
Bombeiros esse local deveria estar fechado. Deveria, mas não
está. Nesta quarta-feira (17), estivemos no local e presenciamos diversas
pessoas entrando e saindo. Falamos com o segurança, que não quis indicar o
responsável pelo local.
"Isso
aqui é um prédio residencial. A tua informação de que está interditado, está
errada", disse o segurança.
Até
mesmo uma guarita e cercas semelhantes às usadas em penitenciárias foram
instaladas no local para dificultar fiscalização e evitar assaltos. Reportagem
da Rádio Gaúcha divulgada no início de junho revelou que a Brigada
Militar já fechou este mesmo bingo três vezes somente neste ano. A última
em maio. Fomos até a empresa que encaminhou o PPCI nos Bombeiros no ano
2000. A Pavan Administração e Participação já não funciona mais no local,
porque faliu. Falamos com um homem que foi funcionário do dono. Ele
disse que o bingo era do empresário, quando ainda era permitido.
"Ele
perdeu tudo. Nesse prédio da Nonoai, ele tinha um bingo. Era dele", diz o
homem.
Informado
pela Rádio Gaúcha que o local interditado segue funcionando, o sargento
Ubirajara Ramos, da Seção de Prevenção de Incêndio dos Bombeiros, explica.
"O
Corpo de Bombeiros trabalha na questão de prevenção de incêndio. Então nós
só fizemos a parte técnica de vistoria, de análise e interdição através do que
se refere à prevenção de incêndio. Então se nos trouxerem uma denúncia de
ilegalidade que envolva a contravenção ou crime não compete ao Corpo de
Bombeiros agir nessa situação", afirma o sargento.
Falamos
no início do mês com o comandante do 1º BPM, Tenente-Coronel Antônio Maciel,
responsável pela região.
"No
dia 8 de janeiro do ano passado, nós fechamos esse bingo duas
vezes. Fechamos de manhã e de tarde estava aberto de novo, e fechamos
outra vez", lembra o comandante.
O
delegado da Polícia Civil Luciano Coelho, que é responsável pela região, na
oportunidade admitiu que não está mais combatendo esse tipo de
caso. Afirma que a falta de efetivo e a grande quantidade de crimes graves
impedem a delegacia de fazer operações em bingos.
"Se
nós combatermos bingos, não vamos combater os crimes mais grave", admite o
delegado.
O
titular do 2º Juizado Especial Criminal, juiz Amadeo Henrique Ramella Buttelli,
explicou que a pena para os contraventores acaba sendo uma transação penal, com
pagamento de multa e prestação de serviços comunitários.
"Todos
os dias trocam os operadores. São pessoas 'testas de ferro' que são
contratadas. O efetivo dono do local nunca aparece", conta o juiz.
Fonte CLIC
RBS http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/dono-de-bingo-tenta-regularizar-ppci-se-passando-por-comercio-140556.html
terça-feira, 16 de junho de 2015
Venda de manual de prevenção contra incêndios é investigada no RS
Site
PPCI Fácil afirma que o manual é reconhecido pela BM de Pelotas.
Procurado pela reportagem, comandante diz que não há irregularidades.
Procurado pela reportagem, comandante diz que não há irregularidades.
Empresários
denunciaram à Defensoria Pública a venda de um manual de prevenção contra
incêndios em Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul. Segundo eles, o
próprio comandante dos bombeiros comercializa o material em uma página na
internet administrada por ele.
O site,
chamado PPCI Fácil, afirma que o manual é reconhecido pela Brigada Militar e
que dúvidas podem ser tiradas com o comandante. O material custa R$ 100, mais
anuidade.
Procurado
pela reportagem, o comandante diz que não há irregularidades. "É uma obra
técnica de minha autoria na minha área de atuação que eu domino. Não há
qualquer vedação na legislação que me impeça, tanto que estou fazendo e vou
continuar fazendo", diz o comandante do Corpo de Bombeiros de Pelotas,
Sandro da Cunha Euzébio.
A defensoria
investiga se o serviço é permitido e se os compradores do manual estão sendo
priorizados na emissão dos alvarás.
"Se
representar efetivamente vantagem na liberação de alvará, isso conduzirá na
visão da defensoria prosseguimento do procedimento e ingresso de ação de
improbidade administrativa", afirma o defensor público Igor Menini.
O chefe
do 3º Comando Regional do Corpo de Bombeiros, major André Silvério disse que,
assim que soube da situação quando assumiu a coordenação em janeiro, a
encaminhou para avaliação do Comando Estadual dos Bombeiros.
Além do
problema no manual, os empresários também reclamam da demora dos documentos.
Cerca de dois mil planos de prevenção contra incêndio aguardam liberação do
Corpo de Bombeiros de Pelotas desde o começo do ano.
"O
documento é importante, e toda comunidade quer a segurança dos empreendimentos,
não apenas a segurança burocrática dos bombeiros", diz o coordenador da
Aliança Pelotas, Rodrigo Costa.
Mais de 30 mil PPCIs aguardam por análises
Uma das
causas do grande passivo é o número insuficiente de servidores
Mais de
30 mil solicitações de Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI)
aguardam análise do Corpo de Bombeiros Militar em Porto Alegre. Os pedidos
integram o volume total que está sob responsabilidade do 1º Comando Regional do
Corpo de Bombeiros. Um alento é o fato que pela primeira vez, nos últimos anos,
o número de processos abertos é menor do que os emitidos. Isso significa que
após uma série de mudanças internas no fluxo dos processos e aumento de pessoal
conseguiu-se acelerar as análises. Mesmo assim, o prazo médio de resposta é
elevado, chegando a uma média de 280 dias (mais de nove meses).
“Conseguir inverter essa lógica representa um grande passo. Estamos num processo de transição, mas a ideia agora é reverter esse passivo”, afirma o major Jeferson Ecco, responsável pelo 1º CRCB. O número de processos represados é resultado de uma série de fatores, que vão desde o número insuficiente de servidores, falhas constantes nos pedidos (o que provoca a necessidade de nova análise) e o maior rigor na legislação após a tragédia da boate Kiss, em janeiro de 2013, que vitimou 242 pessoas durante um incêndio em uma casa noturna de Santa Maria. Em Porto Alegre, por dia são protocolados 26 PPCIs. Desde este mês, cerca de 40 PPCIs são liberados diariamente. Cerca de 70% das solicitações precisam de correções antes da aprovação e vistoria. Isso faz com o que o prazo final acabe dobrando.
Um dos fatores do crescimento no volume de processos foi a aplicação da Lei Kiss, que alterou pontos do PPCI e repassou a responsabilidade da apresentação do plano para os proprietários. Assim, muitos prédios que já existiam encaminharam suas solicitações para regularizar a situação. “Isso aumentou praticamente em dez vezes a demanda da Capital. A solução foi ampliar o efetivo responsável pelas análises”, explica o tenente-coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros do Estado.
Com a maior evidência dos planos, o Comando no RS realizou um mapeamento das cidades consideradas “críticas”. São aquelas em que o volume de pedidos é maior do que as condições de análise, provocando maior demora. Além da Capital, integram o grupo Pelotas, Caxias do Sul e Santa Maria. Ao mesmo tempo, há municípios que apresentam desempenho positivo. Em Santa Vitória do Palmar, a análise demora seis dias. A meta é conseguir reduzir nas cidades críticas o prazo para cem dias. “Há casos mais complexos e outros em que há uma agilidade maior”, explica Krukoski.
Crea quer mais funcionários no Corpo de Bombeiros
Uma das determinações da Lei Kiss no RS foi a instalação do Conselho Estadual de Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndio (COESPPCI). Formado por representantes de diversas instituições, como Crea/RS, CAU/RS, Sinduscon, Senge/RS e Secovi/RS e o Corpo de Bombeiros, o Conselho tem a função de discutir e propor alterações que tornem a lei mais condizente com a realidade, por meio da sua regulamentação.
Para o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RS (Crea/RS), Melvis Barrios Junior, a nova lei trouxe avanços importantes. Infelizmente, ele avalia que o principal problema é a ausência de funcionários no CB, o que amplia a demora na análise e nas vistorias. “Se houver uma tragédia, o governo do RS terá responsabilidade, uma vez que os pedidos estão lá aguardando as análises”, alertou Barrios Junior.
Ele acredita que a demora é agravada pela ausência de um quadro técnico para a análise dos PPCIs, como engenheiros e arquitetos. A preocupação é intensa por ser grande o número de empreendimentos (comerciais e residenciais) que estão encaminhando as suas propostas para regularizarem a situação após a Kiss. “O Estado precisa ampliar o quadro de efetivo dos Bombeiros porque essa inércia é um ato irresponsável.”
O tenente-coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros do RS, reconhece a falta de pessoal, mas ressalta que o problema não é a ausência de técnicos. O oficial ressalta que está em estudo incluir na formação universitária de engenheiros e arquitetos a prevenção a incêndios.
Boates se regularizaram
Para evitar tragédias similares à da boate Kiss, as atenções das autoridades e da sociedade voltaram-se para a situação das casas noturnas em todo o país. Centenas de locais foram fechados até que providenciassem mudanças, garantindo maior segurança aos usuários. Somente em Porto Alegre, no primeiro ano da criação de uma força-tarefa, foram vistoriados 201 estabelecimentos, sendo que 102 tinham cadastro na prefeitura e outros 99 foram identificados por meio de denúncias. Além disso, 139 locais foram interditados por não atenderem às normas de segurança exigidas, como opções de saídas de emergência e determinação de capacidade máxima.
Segundo o Comando do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre, as casas noturnas efetivamente cadastradas estão com o PPCI em dia. O impasse recai nos espaços que funcionam de maneira irregular. Nestes casos, são realizadas ações de fiscalização para identificá-los e interditá-los, se for necessário. Outra maneira de localizar esses lugares é por meio de denúncias. Segundo os Bombeiros, houve um volume grande de reclamações após o episódio da Kiss, a maioria vinda dos próprios frequentadores. Atualmente o número caiu bastante, pois as casas noturnas se regularizaram.
“Conseguir inverter essa lógica representa um grande passo. Estamos num processo de transição, mas a ideia agora é reverter esse passivo”, afirma o major Jeferson Ecco, responsável pelo 1º CRCB. O número de processos represados é resultado de uma série de fatores, que vão desde o número insuficiente de servidores, falhas constantes nos pedidos (o que provoca a necessidade de nova análise) e o maior rigor na legislação após a tragédia da boate Kiss, em janeiro de 2013, que vitimou 242 pessoas durante um incêndio em uma casa noturna de Santa Maria. Em Porto Alegre, por dia são protocolados 26 PPCIs. Desde este mês, cerca de 40 PPCIs são liberados diariamente. Cerca de 70% das solicitações precisam de correções antes da aprovação e vistoria. Isso faz com o que o prazo final acabe dobrando.
Um dos fatores do crescimento no volume de processos foi a aplicação da Lei Kiss, que alterou pontos do PPCI e repassou a responsabilidade da apresentação do plano para os proprietários. Assim, muitos prédios que já existiam encaminharam suas solicitações para regularizar a situação. “Isso aumentou praticamente em dez vezes a demanda da Capital. A solução foi ampliar o efetivo responsável pelas análises”, explica o tenente-coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros do Estado.
Com a maior evidência dos planos, o Comando no RS realizou um mapeamento das cidades consideradas “críticas”. São aquelas em que o volume de pedidos é maior do que as condições de análise, provocando maior demora. Além da Capital, integram o grupo Pelotas, Caxias do Sul e Santa Maria. Ao mesmo tempo, há municípios que apresentam desempenho positivo. Em Santa Vitória do Palmar, a análise demora seis dias. A meta é conseguir reduzir nas cidades críticas o prazo para cem dias. “Há casos mais complexos e outros em que há uma agilidade maior”, explica Krukoski.
Crea quer mais funcionários no Corpo de Bombeiros
Uma das determinações da Lei Kiss no RS foi a instalação do Conselho Estadual de Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndio (COESPPCI). Formado por representantes de diversas instituições, como Crea/RS, CAU/RS, Sinduscon, Senge/RS e Secovi/RS e o Corpo de Bombeiros, o Conselho tem a função de discutir e propor alterações que tornem a lei mais condizente com a realidade, por meio da sua regulamentação.
Para o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RS (Crea/RS), Melvis Barrios Junior, a nova lei trouxe avanços importantes. Infelizmente, ele avalia que o principal problema é a ausência de funcionários no CB, o que amplia a demora na análise e nas vistorias. “Se houver uma tragédia, o governo do RS terá responsabilidade, uma vez que os pedidos estão lá aguardando as análises”, alertou Barrios Junior.
Ele acredita que a demora é agravada pela ausência de um quadro técnico para a análise dos PPCIs, como engenheiros e arquitetos. A preocupação é intensa por ser grande o número de empreendimentos (comerciais e residenciais) que estão encaminhando as suas propostas para regularizarem a situação após a Kiss. “O Estado precisa ampliar o quadro de efetivo dos Bombeiros porque essa inércia é um ato irresponsável.”
O tenente-coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros do RS, reconhece a falta de pessoal, mas ressalta que o problema não é a ausência de técnicos. O oficial ressalta que está em estudo incluir na formação universitária de engenheiros e arquitetos a prevenção a incêndios.
Boates se regularizaram
Para evitar tragédias similares à da boate Kiss, as atenções das autoridades e da sociedade voltaram-se para a situação das casas noturnas em todo o país. Centenas de locais foram fechados até que providenciassem mudanças, garantindo maior segurança aos usuários. Somente em Porto Alegre, no primeiro ano da criação de uma força-tarefa, foram vistoriados 201 estabelecimentos, sendo que 102 tinham cadastro na prefeitura e outros 99 foram identificados por meio de denúncias. Além disso, 139 locais foram interditados por não atenderem às normas de segurança exigidas, como opções de saídas de emergência e determinação de capacidade máxima.
Segundo o Comando do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre, as casas noturnas efetivamente cadastradas estão com o PPCI em dia. O impasse recai nos espaços que funcionam de maneira irregular. Nestes casos, são realizadas ações de fiscalização para identificá-los e interditá-los, se for necessário. Outra maneira de localizar esses lugares é por meio de denúncias. Segundo os Bombeiros, houve um volume grande de reclamações após o episódio da Kiss, a maioria vinda dos próprios frequentadores. Atualmente o número caiu bastante, pois as casas noturnas se regularizaram.
Falta
de servidores do Corpo de Bombeiros é apontada como causa de atraso | Foto:
Samuel Maciel
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